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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sabia que Compulsão Sexual é doença?


Pois é segundo a psicóloga Dra. Liliana Seger do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, existe muita diferença em gostar de sexo e ser compulsivo por sexo.

De acordo com a Dra. Liliana, não existe problema algum em você gostar de sexo e ter uma vida sexual intensa.

O problema está em você gostar de sexo e ficar pensando o dia inteiro nisso. Isso acaba tornando-se uma compulsão e a pessoa acaba se saciando no mesmo momento, não importanto com quem.

A compulsão sexual chamado por muito de ninfomania, é um transtorno psiquiátrico do impulso em que o indivíduo tem pensamentos e atos obssessivos envolvendo o sexo.

Para a Dra. esse tipo de transtorno está relacionado a ansiedade. "Quem sofre desse problema tem dificuldade de pensar e se concentrar em coisas que não estejam relacionadas ao sexo. Além disso, outra característica do compulsivo é agir por impulso, sem premeditar", afirma.

O maior problema de lidar com essa doença é o fato de que o sexo envolve prazer.

Quem sofre com esse transtorno acaba não percebendo e convive por anos doente.

As pessoas só procuram ajuda quando afeta a vida social, a família, o trabalho e o casamento.

Muitas vezes não é o doente que percebe e sim pessoas que estão a sua volta.

Seger revela ainda que a compulsão sexual, em 95% das vezes, se manifesta em homens e, geralmente, a partir dos 30 anos. Para piorar, a própria sociedade acaba endossando esse comportamento, quando considera o homem que se dedica tanto ao sexo como viril e machão. Já em relação às mulheres, esse tipo de atitude é muito menos aceita.

A melhor forma de tratar essa compulsão é com terapia sexual, que se baseia na busca pelo controle do comportamento. Em associação ao processo terapêutico, geralmente também são administrados antidepressivos, que colaboram para inibir o desejo. "O indivíduo percebe que é dependente e que não está mais no controle das suas vontades e desejos. O importante é que ele entenda em quais situações fica mais ansioso e, a partir daí, possa aprender a se controlar", esclarece. 

Fonte: MinhaVida

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O que é a terapia cognitiva comportamental?



A terapia  cognitiva comportamental tem o objetivo de modelar e modificar comportamentos inadequados, baseando-se no referencial emocional do paciente. Grande parte do tratamento baseia-se no aqui e agora, ajudando o paciente a promover as mudanças desejadas em sua vida.

O tratamento concentra-se na oportunidade para uma nova aprendizagem adaptativa e na produção de mudanças fora do ambiente clínico. A solução de problemas constitui uma parte importante do tratamento.

O paciente e o terapeuta caminham juntos, numa relação cooperativa na qual planejam as estratégias para enfrentar problemas claramente identificados.

A terapia cognitiva comportamental é em grande parte uma auto-ajuda e o objetivo do terapeuta é auxiliar o paciente a desenvolver habilidades para superar não só os problemas existentes, como também quaisquer problemas futuros semelhantes.

A maior parte da terapia ocorre no dia-dia, com o paciente colocando em pratica o que foi discutido nas sessões terapêuticas. É executado o home works(lição de casa), onde o paciente coloca em pratica o que foi trabalhado em terapia. As lições de casa são de extrema importância, porque são treinos executados pelo paciente, para que ele torne-se cada vez mais capaz, seguro e independente.

Márcia Ruas Gonçalves
Av. Pedro Lessa 1640 cj .602 - Aparecida
Tel. (13) 30260702 cel. (13) 97265391
Santos - São Paulo

COGNITIVO COMPORTAMENTAL
CRP.06/3003
Email: marciapsicol2009@hotmail.com